a vida dividida (ônibus entre dois sonos) brevemente despertada pelo ruído atômico quase com espanto vê da janela um sonho e cabe inteira na gentileza do intervalo
5 comentários:
Anônimo
disse...
Lucas, aqui é o Carlos, seu colega de turma do curso do Cicero.
Descobri teu blog através do blog do Antonio Cicero,por curiosidade me deparo com este poema,já vivi um amor que se passava pela Av. Brasil e teu poema me fez revivê-lo
Lucas, gostei muito desse poema, até porque ele dialoga (acidentalmente) com um poema meu, Longeva. Se puder dê uma lida em meu blog. Agradeço tb o cometário acerca de meu artigo sobre a Poética da Negritude, publicado no Armadilha Poética. Estou linkando seu blog para visitá-lo com mais freqüência. Boas férias!
5 comentários:
Lucas, aqui é o Carlos, seu colega de turma do curso do Cicero.
Grande abraço
oi, poeta!
bons textos. parabéns.
e obrigada pela visita!
Descobri teu blog através do blog do Antonio Cicero,por curiosidade me deparo com este poema,já vivi um amor que se passava pela Av. Brasil e teu poema me fez revivê-lo
Parabéns!
Caros visitantes,
Obrigado pela visita! Fico feliz que tenham gostado! Sintam-se livres para passar por aqui e comentar à vontade.
um abraço,
Lucas
Lucas, gostei muito desse poema, até porque ele dialoga (acidentalmente) com um poema meu, Longeva. Se puder dê uma lida em meu blog. Agradeço tb o cometário acerca de meu artigo sobre a Poética da Negritude, publicado no Armadilha Poética. Estou linkando seu blog para visitá-lo com mais freqüência. Boas férias!
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